Sistema de Injeção Eletrônica de Combustível Automotivo, Histórico.

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O sistema de injeção eletrônica ou gerenciamento eletrônico de motor, criado para reduzir o consumo de combustível e as emissões de poluentes, no fim da década de 80 e começo da 90, no Brasil, vem mostrando ser um sistema muito eficiente na alimentação de combustível nos automóveis, gerando mais potência e otimizando a razão ar combustível para o motor.

Nos últimos 30 anos a preocupação da indústria automobilística, com relação a questão ambiental vem ganhando mais força e mais adeptos. Para atender as normas estabelecidas em conferências mundiais como a “Eco 92”, o protocolo de kyoto e as das Nações Unidas ao longo dos anos, os automóveis foram equipados com um dispositivo eletrônico para analisar e injetar a melhor quantidade de combustível no motor.
O sistema deveria contar com uma série de componentes que monitorasse, em tempo real, a situação do motor e do ambiente em funcionamento, com o propósito de evitar a falta e o excesso de combustível, otimizando a quantidade de combustível para qualquer regime de funcionamento do automóvel idealizando a queima e gerando o mínimo de resíduos.
Hoje temos sistemas bem desenvolvidos capazes de realizar os cálculos da estequiometria com alta precisão e grande velocidade. Os sistemas também estão mais otimizados, os componentes estão mais leves e eficientes a vida útil e resistência dos motores aumentaram junto à redução de poluentes e economia de combustível. O problema é que mesmo com a redução das emissões, comparadas  com as tecnologias anteriores, elas ainda existem, e no mundo, estima-se que hajam 1 Bilhão e 500 milhões de veículos automotores, gerando não apenas resíduos, mas cada um como uma fonte de calor.

Texto e Imagem: Gionei da Rocha