Sistema de Ignição do Motor do Automóvel

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Um dos subsistemas derivado do sistema elétrico, que pode ser considerado o mais importante no quesito funcionamento do motor, é o sistema de ignição do automóvel. Quando o motor de combustão surgiu, foi necessário um sistema para dar ignição, inflamar a explosão de ar mais combustível.

O sistema conta basicamente com poucos elementos que trabalham em conjunto para gerar uma alta tensão, controlar e lançar a corrente necessária para o salto da faísca nas velas, dentro do cilindro do motor.
Tudo começa na fonte de 12 Volt, a bateria, que envia corrente elétrica para a bobina de alta tensão, quando a chave de ignição é posicionada pelo motorista, através do conhecido pino 15.
A bobina é um transformador elevador que aumenta a tensão de 12 Volt para até 60 KVolt, quando necessário.

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[Conjunto bobina,cabos e distribuidor]

O sistema de distribuição é o responsável pelo chaveamento da bobina e distribuição da corrente elétrica, respeitando a ordem de ignição de cada motor, para cada cabo de vela.
Os sistemas mais modernos, contam com o sensor de rotação(indutivo ou Hall) do veículo para determinar o momento de chaveamento da bobina e avanço de ignição.

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[sistema mais moderno com avanço eletrônico]

Ao percorrer os cabos de vela a corrente elétrica chega até ela. Componente responsável por gerar a faísca que irá inflamar a mistura, a vela de ignição possui dois eletrodos, um positivo e um negativo, onde a corrente salta entre eles,  provocando a centelha.
Os sistemas de ignição e injeção eletrônica atuais são comandados por uma única central eletrônica que corrige o tempo de injeção de combustível, assim como, o avanço de ignição.

Texto: Gionei da Rocha
Imagem: GM Chevrolet