Funcionamento do Sistema de Injeção Eletrônica de Combustível

Postado em: 08/2009

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O sistema de injeção eletrônica de combustível funciona com todos os componentes ligados a um módulo, considerado o cérebro do sistema. Com uma linguagem digital os sensores e atuadores trabalham para aperfeiçoar ao máximo a injeção de combustível em qualquer nível de funcionamento do motor.

O sistema conta com seu principal componente denominado módulo de injeção eletrônica. Também conhecida como MCE, módulo de controle eletrônico, este componente tem um processador de alta velocidade que processa as informações vindas dos sensores e também comanda a ação dos atuadores.
Um pacote de informação sobre a melhor quantidade de combustível a ser injetada, nas mais diversas condições de funcionamento do motor, está gravada em uma memória ROM Read Only Memory. Esta memória armazena dados que foram gravados na fabricação, com pastas que simulam qualquer condição de funcionamento do motor.
Outro componente dentro do módulo é a memória RAM, Randon Access Memory. Este componente é uma memória volátil, esta memória monta pastas de informação vinda de cada “ciclo de freqüência de trabalho” dos sensores. O processador então compara as informações da RAM com a ROM e determina a melhor estratégia de alimentação de combustível como tempo de injeção e avanço da centelha elétrica das velas.

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[Circuito eletrônico do MCE]

A velocidade destas informações é praticamente instantânea, por isso, cada variação sentida pelos sensores são traduzidos em milésimos de segundos e convertidos em uma ação no motor. Um exemplo, o sensor de posição da borboleta percebe a variação da abertura da mesma, como a freqüência de trabalho do processador do módulo é muito alta este já monta uma pasta com esta informação e determina que o tempo de injeção deva aumentar assim o motor ganha rotação.
O Sistema de injeção eletrônica de combustível é fascinante, pela velocidade de cálculo para se determinar o tempo de abertura dos bicos injetores e por determinar o grau exato de ignição para cada ciclo de freqüência do processador.

Texto e Imagem: Gionei da Rocha

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